Nesta seção você encontra textos inspiradores sobre desenvolvimento humano, com opiniões do Arvorecer, parceiros e outros especialistas neste assunto.
- Você se esconde para não tomar decisões?
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A importância da educação corporativa e as estratégias criativas a partir de uma metodologia.
Nosso compromisso inicial com o leitor é não mencionar a palavra crise, bem como outras abordagens que nos levam a comportamentos de paralisia e sintomas de desespero. Quem assume a “doença” pode não perceber quando o organismo reage.
Vamos focar aqui a função da “Educação Corporativa” e o que se pode fazer com os poucos recursos com que certamente fomos contemplados.
O que temos observado é que os executivos e profissionais da área, por determinação da diretoria, do executivo financeiro ou por decisões próprias, adotaram um comportamento de avestruz: “Esconder a cabeça”.
O que nós consultores/ fornecedores (que tivemos nossa demanda diminuída) podemos fazer, junto com a unidade de educação corporativa, para não sermos esquecidos ou despedidos e ao, mesmo tempo, contribuirmos com ações não tradicionais?
Algumas Idéias
Educação Corporativa é o casamento entre um bom produto e uma boa metodologia. Certamente o bom produto dará mais visibilidade para a empresa como um todo, especialmente pelo aspecto novidade, mas não pelos resultados. Tão importante quanto o produto é sua embalagem (metodologia). Falamos de algumas ações. Veja a seguir:
A. Envolvimento do superior do participante, definindo suas expectativas e o porquê da indicação para o treinamento; se não se especifica o resultado não se pode medir o resultado de qualquer ação.
B. Elaboração, pelo participante, de um plano de ação a ser discutido com o respectivo superior em até sete dias; aqui o treinamento se transforma em atividade bidirecional, pois o superior é obrigado a interagir com o subordinado, partindo para uma atividade de coaching.
C. As sugestões A e B têm um objetivo comum: fazer com que a avaliação de qualquer atividade de treinamento seja desenvolvida pelo cliente interno e não pela área de treinamento. Certamente a credibilidade e o impacto de qualquer resultado serão maiores.
D. Utilização do e-learning como atividade prévia para adição de conhecimento, liberando tempo para que, na etapa presencial, esse conhecimento possa ser operacionalizado.
E. Envolvimento da cadeia de valor nos processos de Educação Corporativa. Essa estratégia de maior envolvimento dos stakeholders acaba trazendo resultados mais imediatos, tangíveis e perceptíveis, bem como dá maior visibilidade à área de T&D.
F. Envolvimento, pela área de Educação Corporativa, dos fornecedores na uniformização do conteúdo e metodologia de programas de T&D conduzidos por prestadores de serviços diferentes.
Essa ação de customização do programa, normalmente é desenvolvida individualmente entre o fornecedor e a contratante, perdendo-se a visão de conjunto.
Nossa sugestão é que essa customização /uniformização seja feita de uma só vez, com todos os consultores e fornecedores. Cada um deles apresentaria seu conteúdo a respectiva metodologia, textos, slides, etc.
A área de educação corporativa, de imediato, poderia sugerir:
• eliminação de superposições de conteúdo;
• consenso de uma metodologia única para todos os temas, como, por exemplo a elaboração de um plano de ação ao final do evento;
• continuidade para assuntos desenvolvidos por fornecedores diferentes;
• unificação de abordagens antagônicas sobre um mesmo assunto, como, por exemplo, estilos de negociação, de liderança etc..G. Treinamento por massa crítica, aumentando o número de participantes em uma mesma turma (de 25 para 50 pessoas, por exemplo). O custo para dobrar o número de participantes não é de 100%, mas de, aproximadamente, 85% (mesmo com a utilização de 2 consultores);
H. procurar consultorias que possam minimizar os obstáculos financeiros à contratação de programas de treinamento, bem como alternativas para manter ativo seu processo de educação corporativa. Um exemplo dessa ação seriam aqueles fornecedores que desenvolvem Programas cujo valor é arbitrado, pelo cliente, 30 dias após o Programa e de acordo com parâmetros estabelecidos entre as partes. Uma segunda opção seriam as consultorias que permitem que os investimentos em T&D possam ser pagos em até 120 dias, após cada programa. Outra hipótese é o treinamento em que o cliente paga ao fornecedor um percentual dos resultados obtidos (na avaliação do próprio contratante e de acordo com parâmetros definidos pelas partes. Está achando difícil essas alternativas? Tente negociar isso com um fornecedor!
Vale mencionar que o momento atual certamente permite que o cliente e consultores sejam mais flexíveis em seus processos de negociação. Afinal de contas quem confia em “seu taco” pode oferecer a seus clientes treinamento com risco zero.
A essa altura o leitor poderá se perguntar por que não falamos sobre o conteúdo dos eventos a contratar? A resposta é simples, procure nos sites de buscas, todas as commodities estarão lá.
Apresentar propostas maravilhosas é fácil, o complicado é saber como esse conteúdo vai ser “entregue” e implantado.
E aí, onde está a miopia?
Lembre-se de que a ignorância e a inanição não devem ser desculpas para nossos erros.
Por LA Costacurta Junqueira (CEO - Instituto MVC - www.institutomvc.com.br)
Fonte: HSM Online - www.hsm.com.br - Não enterre talentos!
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"Se você perde dinheiro, eu poderei ser muito compreensivo. Se você mancha a reputação de nossa empresa, serei implacável". (Warren Buffet)
Ao longo de bons anos tenho observado e até mesmo sentido na pele a forma de desprezo vindas principalmente daqueles que são contratados para ser e até se auto-intitulam vendedores, embora esta denominação devesse ser para aqueles tiradores de pedido ou atendentes que raramente precisam conhecer valores agregados ao produto.
Os vendedores, hoje CONSULTORES, precisam ser pessoas esclarecidas e praticantes de boas maneiras, ter conhecimento geral, ter senso de humor, aprender a sorrir, valorizar a pessoa presente que lhe solicitou, ainda que fosse somente uma informação.
Vemos que a prática necessária não é real e o lamento de todos os empresários é de forma uníssona a mesma coisa. - Está muito difícil, o dinheiro não existe, precisamos conter isso e aquilo, e focam exatamente o corte onde deviam estar estimulando e investindo, na preparação dos profissionais que atendem o cliente consumidor, aquele que paga as contas.
Confesso que não consigo compreender a atitude de inibir, desestimular aqueles que respondem pelo que mais querem estes empresários, que é encantar, glorificar o consumidor, realizando o feito de servir com ardor, com o desejo transparente em sua fisionomia, que este cliente seja satisfeito em todos os seus desejos.
DINHEIRO ninguém come, ninguém rasga, se ele existia antes com certeza existe hoje, o que falta para descobrirmos seu esconderijo?
As tensões do dia-a-dia, em razão das incertezas da economia, gera esta retração e os mais cuidadosos se eximem por algum tempo do seu sonho de consumo, mas isto não quer dizer que não há compradores.
Em todas as circunstâncias há quem ganha e quem perde e diante desta verdade absoluta o que devemos fazer?
• O primeiro passo talvez fosse lembrar que não há cliente cativo mais.
• Todos os produtos são providos de qualidade alta e oferecem benefícios que satisfazem.
• O cliente não compra somente pela qualidade do produto, isto faz parte do compromisso do fabricante e entende-se que todos os produtos são qualificados, portanto não faz tanta diferença mais, na decisão. Está no lugar comum.
• Sabemos que as ofertas são várias e a distinção maior está na forma de relacionamento fornecedor/consumidor.
• O ambiente agradável nas três estratégias, VER, OUVIR E SENTIR, fazem enorme diferença.
• Conquistar um cliente novo custa muito mais aos cofres da empresa. Há quem diga que até cinco vezes mais.
• Se preocupar com o estado emocional de seus CONSULTORES é preservar o bom nome da empresa.A grande realidade é que quando se trata de danos que sentimos em nosso corpo imediatamente procuramos um profissional que ouve nossa consulta, cobra seus honorários e nos receita algo que não duvidamos e não contra-argumentamos: Doutor não dá, infelizmente tenho que esperar a situação melhorar, depois eu me cuido. Quando se trata do veneno que maltrata o corpo reagimos imediatamente.
Na era da velocidade da informação, em quase chegando à da luz, venho sempre questionando determinados comportamentos e vejo que o VENENO DA MENTE, o que mais danifica o ser humano, a cultura é sempre a mesma: ESPERAR MELHORAR PARA TOMAR REMÉDIO. É uma incoerência da vida.
A hora é agora, é quando você precisa fazer DIFERENÇA. Neste momento que as circunstâncias gritam para todos: MEXA-SE, quem ficar indeciso verá que não alcançará quem acreditou no risco.
Você está num poço de areia movediça e tem apenas duas opções:
1. Ficar quieto e afundar lentamente;
2. Mexer e afundar depressa.A melhor resposta seria a segunda, pois o "HOMEM QUE MORRE LUTANDO É UM VENCEDOR". Não enterre talentos, porque a história mostra o risco que tem de perder o único que recebeste, se assim o fizer.
É melhor DISPOR de alguma verba para esta preparação, e isto não é perder dinheiro, do que SER IMPLACÁVEL com quem provavelmente não tem culpa da falta de qualificação, que resulta na perda DA REPUTAÇÃO.
Fonte: Layr Quintino Malta - www.layrmalta.com.br - A arte de não adoecer
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Se não quiser adoecer - 'Tome decisão'
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - 'Busque soluções'
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - 'Não viva de aparências'
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. está acumulando toneladas de peso ... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - 'Aceite-se'
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - 'Confie'
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - 'Não viva sempre triste'
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. 'O bom humor nos salva das mãos do doutor'. Alegria é saúde e Terapia.
Fonte: Texto do Dr. Drauzio Varella
- Tomar decisões fundamentadas
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Para que uma pessoa se relacione melhor com ela mesma, ela precisa compreender-se e aceitar-se. O melhor caminho para isso é ter um bom conhecimento do seu potencial, das suas capacidades e das suas limitações. No frontispício do Templo de Apolo, em Delphos, já estava escrito: “Conhece-te a ti mesmo”. Essa é a condição básica para qualquer pessoa assumir a sua identidade, aquilo que a singulariza, que a torna única. Quanto mais conhecimentos alguém tiver de si, maior será a sua capacidade de se posicionar corretamente frente aos desafios impostos pela vida.
Para se tornar autônoma e traçar seu próprio caminho no mundo, a pessoa necessitará de critérios consistentes para avaliar situações e tomar decisões diante delas. As boas decisões são aquelas que se fundamentam em nossas crenças, valores, pontos de vista e interesses. Como fazer isso, porém, sem se conhecer bem, sem saber onde está e aonde quer chegar? Informações e dados confiáveis são as matérias-primas mais evidentes de todo o processo de tomada de decisão, embora elas jamais sejam inteiramente substitutas da percepção intuitiva e da visão abrangente do todo.
Aprender com a experiência acumulada nos planos individual e social foi sempre uma das grandes vias de crescimento do ser humano. Analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações do passado, e disso extrair lições e princípios orientadores sobre como conduzir no presente e no futuro, fez, faz e fará a diferença na vida das pessoas, das organizações, das sociedades, das nações e da própria humanidade. Em qualquer tempo e lugar, saber o que aconteceu outrora é uma fonte de elementos que nos ajudam a decidir sobre o que deve e o que não deve ser feito no presente e no futuro.
Quanto mais a pessoa for capaz de conhecer a si mesma, sua circunstância, onde se encontra e a trajetória a ser percorrida para chegar até aqui, tanto maior será a sua capacidade de visualizar aonde pretende ir e de traçar um caminho para chegar lá.
Quanto mais uma pessoa conhece aquilo que faz, tanto maior a sua capacidade de fazê-lo cada vez mais e melhor (produtividade e qualidade). A quantidade e a diversidade dos conhecimentos adquiridos por uma pessoa ao longo da vida tornam-na mais polivalente e flexível, aumentando suas possibilidades de se adaptar às mudanças e de aproveitá-las para seu crescimento pessoal e profissional.
Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e exercer uma influência construtiva sobre suas vidas é o principal caminho de que dispomos para ajudar outros seres humanos a desenvolver o seu potencial. O nome dado a esse caminho é educação. Esta abrange todos os processos formativos que ocorrem nos diversos âmbitos da existência humana: família, trabalho, escola, movimentos sociais, meios de comunicação e atividades culturais. E tende, cada vez mais, a ampliar os seus meios e o seu raio de ação, ocupando um maior espaço na vida das pessoas e das organizações.
Para gerar novos conhecimentos, a pessoa apóia-se na sabedoria que já detém, pois lhe serve como matéria-prima nesse processo. Quanto mais uma pessoa aprende, mais aumentam as suas necessidades de aprendizagem e sua capacidade de adquirir novos conhecimentos. Não podemos mais pensar em pessoas formadas. Todos nós estamos em formação ao longo de toda a vida. Aprender, portanto, é uma exigência que nos acompanha do início ao fim de nossa existência. Quanto mais conhecimentos adquirimos, mais aumenta a nossa área de contato com o desconhecido e, assim, cada vez mais ampliam-se as nossas necessidades de aprendizagem. Aprender é crescer. E nenhum tempo é inadequado para isso.
Fonte: Extraído do livro Educação de Antônio Carlos Gomes da Costa. Site: www.cancaonova.com
- “Eu” do futuro X “Eu” do presente
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Você certamente já ouviu frases como “não tenho tempo para mais nada”, “meu dia tinha que ter mais de 24 horas” ou, então, “esse ano passou muito rápido”. Esses tipos de comentários são cada vez mais freqüentes, tanto em relação a assuntos pessoais quanto profissionais. Mas por que de repente sentimos a sensação de que o tempo está voando e não conseguimos alcançar nossos objetivos ao final de um determinado período de tempo, seja ele um ano, um mês, uma semana ou até mesmo um único dia?
Com a intensificação do uso da tecnologia, a passagem do tempo adquire uma nova percepção. Uma informação torna-se ultrapassada em questão de segundos; um celular recém lançado, depois de poucos meses, já é superado por um modelo mais moderno e sofisticado. Recebemos inúmeros estímulos a todo o momento e, quando nos damos conta, estamos fazendo mais de três coisas ao mesmo tempo. Desse modo, temos a impressão de que os dias estão mais curtos e de que o tempo é o vilão dos nossos dias de trabalho. No entanto, é a dificuldade em dizer “não” que impede as pessoas de alcançarem a auto-realização. O grande desafio do ser humano nos dias atuais é aprender a investir seu tempo no que é realmente importante e que esteja alinhado com uma visão de futuro.
Recebo muitos e-mails de profissionais buscando conselhos de como conquistar melhores salários e cargos de destaque. A maioria deles, principalmente os jovens, tem muita pressa. Porém, muitos se frustram porque não estão dispostos a abrir mão de algumas coisas para conseguirem outras e, assim, desistem rapidamente. Muitos escolhem outras opções na ilusão de que os resultados alcançados serão mais rápidos.
E você? Até que ponto está disposto a abrir mão de quem é hoje, do que tem e do que faz para viver a sua visão de futuro?
Eu sei que o sonho de muita gente é de que o dia tivesse mais de 24 horas, mas isso nunca acontecerá. Os gregos antigos utilizavam duas palavras para denominar o tempo: chronos e kairós. Chronos é o tempo que pode ser medido no relógio e Kairós é a qualidade do tempo. Portanto, sugiro que caminhe na direção contrária do fazer muito, trabalhar bastante, mas sem um propósito definido. Nunca a quantidade significou qualidade.
Ter foco significa gerenciar distrações. O brasileiro tem a tendência de ser imediatista e, muitas vezes, deixa de lado uma oportunidade futura, agindo apenas com o foco no curto prazo. Buscar resultados no momento presente e viver plenamente em vez de apenas sobreviver é importante, afinal de contas
não sabemos o dia de amanhã. Mas, o contrário é verdadeiro, se não cuidarmos do hoje com o foco no amanhã podemos nos frustrar. Vale à pena relembrar a expressão budista “Caminho do Meio”, que procura de um modo sucinto, apontar o rumo àqueles que se propõem a dar seus primeiros passos
em direção à sabedoria.Um exemplo disso são os profissionais que deixam de atuar em áreas promissoras e que estão alinhadas com seus valores para buscarem melhores salários. Antes de tomar qualquer decisão, veja se será uma mola propulsora para viver a sua visão de futuro. Pergunte-se: O que o meu “eu” do futuro diria para eu fazer hoje?
Para não desperdiçar tempo, é fundamental manter o foco no que vai gerar mais impactos positivos nos seus resultados. Fazer diversas tarefas ao mesmo tempo é possível, mas como será a qualidade final de cada uma delas? É como abraçar alguém e ao mesmo tempo responder e-mails. Você será mais eficiente fazendo uma coisa de cada vez ou as duas juntas? Na realidade, fazer diversas atividades simultaneamente é uma maneira de muitas pessoas sentirem-se produtivas e importantes.
Tome cuidado para não confundir tranqüilidade, baseada em propósito, com acomodação. Em uma passagem do poema “Tempo”, Carlos Drummond de Andrade diz:
“Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.”
Cuide hoje das suas ações porque elas moldarão o seu “eu” do futuro.
Fonte: Carlos Cruz, Coach Executivo e Conferencista. Diretor da UP Treinamentos & Consultoria. www.carloscruz.com.br
- Você é um profissional competente?
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Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney
Cumprir todas as metas pré-estabelecidas, dedicação, bom relacionamento interpessoal. Quais são as características de um profissional competente e como medi-las?
Segundo a definição do dicionário Houaiss, a palavra competência é designada para um indivíduo de grande autoridade num ramo do saber ou do fazer, alguém notável.
Para o diretor executivo do Grupo Soma, Arlindo Felipe Jr., a competência profissional é uma combinação entre o saber e a produtividade.
"Competência não implica só a qualificação - a formação técnica para exercer determinada função - mas também os resultados. Sendo assim, o profissional competente é aquele que resolve os problemas".
Perfil
De acordo com Arlindo, há algumas características bem distintas em um profissional competente, entre elas, o prazer pelo desafio.
"O colaborador competente é aquele que não tem medo do desafio, para ele o complicado torna-se um prazer. Se ele ocupa um cargo de liderança, ele não se preocupa em colocar a mão na massa, caso seja necessário".
Arlindo ressalta também que, às vezes, o profissional pode ter competência, mas estar no cargo errado.
Por exemplo, uma pessoa boa em matemática não mostrará sua aptidão em cargos que exigem apenas a capacidade de se comunicar, e não o uso da matemática. Por essa razão, é preciso haver um alinhamento com o talento e a atividade profissional exercida.
Como medir?
A competência de um profissional, geralmente, é medida a partir de ferramentas de avaliação, que medem o desempenho com base nos resultados obtidos pelo mesmo.
"No mercado, o departamento de Recursos Humanos pode aplicar três tipos de avaliação: 90°, 180° e 360°. No primeiro caso, a avaliação é feita pelo líder ao seu liderado. Já na 180°, além da autoavaliação e da avaliação do líder direto, o colaborador é avaliado por um colega do grupo".
"Na 360°, todos da empresa avaliam uns aos outros. Nestes casos, pessoas fora do âmbito da empresa também podem exercer sua opinião, como os fornecedores".
O ideal
Arlindo destaca que o próprio profissional precisa saber qual é a sua aptidão e talento . Uma vez feita essa descoberta, ele será capaz de buscar sempre uma reciclagem técnica.
"Você pode ter o melhor curso do mercado na sua área de atuação, mas, se você odeia o seu trabalho, não vai adiantar", finaliza.
Fonte: www.infomoney.com.br
- Trabalhar com alegria
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Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso. Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali. O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam. Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar. Prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: "como ele pode pensar assim?". O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância. Um dia o seu João pensou: "alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda".
"Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda". Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente. Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:
"O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?".
A resposta do jovem veio logo: "em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um".
Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca. Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos.
Para encobrir sua indolência, muitos jogam a culpa no governo, nos empresários, nos políticos, na sociedade como um todo, esquecidos de que quem elege os governantes são as pessoas; que quem gera empregos são os empresários, e que a sociedade é composta pelos cidadãos. Assim sendo, cada um tem a sua parcela de responsabilidade na formação da situação que nos rodeia.
E para ser feliz, basta dar ao seu mundo um colorido especial, como o personagem desta história que, mesmo numa situação aparentemente deprimente para os demais, soube fazer do seu mundo uma realidade bem diferente. E conforme ele mesmo falou: existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca.
AUTOR DESCONHECIDO - Mantenha a equipe engajada em tempos difíceis
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Não há como negar que os tempos estão difíceis. Os consumidores e os negócios estão menos propensos a abrirem suas carteiras tão facilmente como no passado. Para o pessoal da área de vendas, esta realidade vem com um estresse adicional de mais clientes dizendo “não” enquanto suas metas de vendas permanecem as mesmas. Como manter uma força de vendas motivada e positiva nestes tempos desafiadores?
Não é fácil, mas isso pode ser feito. Da mesma forma que os especialistas dizem para as empresas de B2C trabalharem duro e fortalecerem as relações com os clientes atuais, o mesmo vale para o pessoal de vendas e seus clientes atuais. Na verdade o fato de estarmos em época de recessão, dá ao pessoal da área de vendas a oportunidade de focarem novamente seus esforços na construção de relacionamentos, o que algumas vezes fica de lado em tempos mais atarefados.
Peter Stark, autor do livro que está para ser lançado, “Engaged: How Leaders Build Organizations Where Employees Love to Come to Work", diz que a melhor abordagem que os líderes e o pessoal de vendas podem adotar imediatamente é ter uma visão atrativa e positiva do futuro. Para fazer isto, é importante entender o que você pode fazer e controlar, e então, colocar isto em prática. Em muitos casos, isto quer dizer estar em contato com os clientes atuais e com possíveis clientes, além de ouvir e aprender sobre suas necessidades em constantes mudanças.
“Quão rapidamente posso aprender, me adaptar ao mercado e mudar é absolutamente decisivo para o sucesso de uma organização e de um vendedor”, diz Stark. “Permanecer inflexível e esperar que o mundo se volte para você, não é o que vai acontecer”.
“Em minha opinião, o que pode manter os representantes de vendas motivados é dar a eles a liberdade para adaptar os serviços de sua empresa de acordo com as necessidades do cliente”, acrescenta André de Almeida F. Silva, analista sênior de negócios do Peppers & Rogers do Brasil. “A pior coisa para um representante de vendas é a obrigação de vender algo que considere irrelevante para o cliente.”
A flexibilidade por parte da organização é essencial para permitir que os representantes de vendas foquem no que funciona. Andrew Boyd, diretor de pesquisas do Aberdeen Group, diz que os líderes precisam refletir sobre os tipos de mensagens e de abordagens com as quais os clientes se identificarão. “O gerente de vendas precisa encontrar formas de articular a proposta de valor para a situação exclusiva do comprador – e então, educar a equipe sobre a nova abordagem”, diz ele. “... Ajudar o vendedor a encontrar uma maneira de ser bem sucedido no ambiente dele será o estímulo fundamental”.
As regras estão mudando, e os incentivos e o reconhecimento também deveriam mudar. Paul Rickett, consultor de estratégias de marketing e de vendas, diz que a liderança deveria incentivar o pessoal de vendas a fazer ligações, atualizar os contatos e conduzir outras atividades de construção de relacionamentos com os clientes atuais. “Trata-se de recompensar a atividade certa”, diz ele.
Stark concorda. “Você precisa reconhecer grandes desempenhos”, diz ele. “O pessoal de vendas possui um grande ego. Eles costumavam se sentir reconhecidos e recompensados pelos clientes através das vendas. Agora cabe à organização e aos líderes preencherem esta lacuna.”
O especialista em engajamento de funcionários, Tim Wright, acredita que todos estes fatores de motivação realmente estão relacionados à boa comunicação por parte dos líderes de vendas. “Quanto mais um gerente se mantém visível, maior certeza sua equipe terá de que não está sendo abandonada”, diz ele. “Principalmente em uma economia ruim, os gerentes não podem deixar de se comunicar. Os funcionários precisam ver que o gerente está engajado, e que eles todos estão juntos neste momento”.
Motivação em ação
Chris Baggott, CEO da Compendium Blogware, iniciou dois programas para manter o pessoal de vendas motivado. Um deles é um programa baseado na equipe chamado Dial Set Run. O programa divide o processo em corridas de atividades específicas com prêmios e gratificações concedidos diariamente e semanalmente para a atividade certa.
“O pessoal de vendas precisa de retornos e de recompensas frequentes”, diz Baggott. “Em bons tempos de economia isto vem em forma de vendas. Quando as vendas diminuem, isso precisa vir de outras atividades de sucesso”.
Baggott também autorizou todos os seus funcionários a registrarem suas opiniões no blog. “Esta é uma ótima válvula de escape e a maioria do nosso pessoal de vendas adora”, diz ele. “Suas frequentes mensagens no blog fazem com que se sintam contribuindo, mas o mais importante é que o blog tornou-se uma ótima fonte de liderança através do tráfego na web... outra oportunidade para nos engajarmos em mais concorrências”.
É um ambiente difícil, principalmente para os que trabalham em vendas. Mas há compradores fora dali, e uma equipe de vendas motivada e preparada pode fazer a diferença na hora de fechar o negócio.
Fonte: www.1to1.com.br
